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Tor percebeu, então, que aquilo que tomara, durante a noite, por um palácio, era a luva do gigante, e o quarto que os seus companheiros haviam se refugiado, o dedo polegar da luva. Skrymir propós, então, que viajassem juntos e , tendo Tor concordado, eles se assentaram para fazer a refeição matinal, depois do que Shrymir arrumou todas as suas provisões em uma mochila, que atirou às costas, e pôs-se a caminhar à frente dos outros, que só a custo acompanhavam seus passos enormes.
Assim viajaram durane todo o dia; ao anoitecer, Shrymir escolheu um lugar paraz passarem a noite, sob um grande carvalho, e disse aos outros que iria deitar-se para dormir, acrescentando:
- Ficai com minha mochila e preparai  vossa ceia.
Dentro em pouco, o gigante estava dormindo e roncando, mas Tor tentando abrir a mochila, verificou que Shrymir a amarrara tão bem que era impossível desatar um único nó. O deus acabou se irritando e, agarrando o malho com ambas as mãos, desfechou um furiosa pancada na testa do gigante. Shrymir, acordando, limitou-se a perguntar se havia caído alguma folha em sua cabeça e se eles haviam ceado e já iam dormir.

 



- Postado por: Celinha às 19h07
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Tor, levantando-se, chamou os companheiros para procurarem, com ele, um lugar seguro. À direita encontraram um aposento adjacente, no qual os outros entraram , enquanto Tor ficava à porta empunhando seu malho, disposto a defender-se se acontecesse alguma coisa. Ouviu-se , durante a noite um terrível rugido e, ao amanhecer, Tor saiu e encontrou estendido perto de si um enorme gigante que dormia e roncava, produzindo o rugido que assustara tanto. Conta-se que, pela primeira vez, Tor teve medo de se utilizar de seu malho e, como o gigante tivesse acordado, limitou-se a perguntar-lhe o nome.
- Chamo-lhe Skrymir - disse o gigante. Mas não preciso perguntar teu nome, pois sei que tu és o deus Tor. O que aconteceu, porém com a minha luva?

Continua...



- Postado por: Celinha às 12h19
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Em primeiro lugar que dizer que estou muito feliz, pois dia 15/01 eu e meu Bebê fizemos 1 ano e 7 meses de namoro.
Bebê tu sabes melhor que ninguém que TE AMO e que tenho muito orgulho de ti, pela pessoa especial que  é, pelo profissional, pela maneira de tratar as pessoas, enfim por tudo que me permitis-te  conhecer e compartilhar com você todo esse período e pelo que ainda vamos viver juntos.
Amor a minha homenagem pra ti neste aniversário é o post de TOR que tu tinha me pedido.

Em segundo lugar quero dizer a todos que tem vindo fielmente no meu blog que o post de Tor já está chegando peço apenas um pouco de paciência, pois naum estou mais conseguindo postar todos os dias.

Certo dia, o deus Tor, com seu criado Tialfi e acompanhado por Loki, partiu para uma viagem ao país dps gigantes. Tialfi era o mais veloz na carreira de todos os homens. Carragava a mochila de tor, que continha as suas provissões. Quando chegou a noite, eles se viram numa imensa floresta e procuraram, me todos os lados, um lugar onde pudessem se abrigar, chegando, afinal, a um grande palácio, com uma entrada que ocupava uma de suas fachadas inteira. Ali se deitaram para dormir, mas à meia-noite foram alarmados por um tremor de terra que sacudiu todo o edifício.

CONTINUA...


 



- Postado por: Celinha às 19h33
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 Ai pessoal estamos de cara nova, agora cada post terá um template que corresponda.
 Espero que todos gostem da nova face da REALIDADE DO ESPELHO.
 O post que virá amanhã falará sobre Tor!
 Não postarei a história para que todos possam ler ó post da Pandora.

 OBRIGADA E ATÉ AMANHÃ!!!!!!



- Postado por: Celinha às 16h06
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Assim dizendo, apoderou-se de um raio e já estava prestes a atirá-lo contra o mundo, destruindo-o pelo fogo, quando atentou para o perigo que o incêndio poderia acarretar para o próprio céu. Mudou, então, de idéia, e resolveu inundar a terra. O vento norte, que espalha as nuvens, foi encadeado; o vento sul foi solto e em breve cobriu todo o céu com escuridão profunda. As nuvens, empurradas em bloco, romperam-se com fragor; torrentes de chuva caíram; as plantações inundaram-se; o trabalho de um ano do lavrador pereceu em um hora. Não satisfeito com suas próprias águas, Júpiter pediu a ajuda de seu irmão Netuno. Este soltou os rios e lançou-os sobre a terra. Ao mesmo tempo, sacudiu-a com um terremoto e lançou o refluxo do oceano sobre as praias. Rebanhos, animais, homens e casas foram engolidos e os templos, com seus recintos sacros, profanados. Todo edifício que permanecera de pé foi submergido e suas torres ficaram abaixo das águas. Tudo se transformou em mar, num mar sem praias. Aqui e ali, um indivíduo refugia-se num cume e alguns poucos, em barcos, apóiam o remo no mesmo solo que ainda há pouco o arado sulcara. Os peixes nadam sobre os galhos das árvores; a âncora se prende num jardim. Onde recentemente os cordeirinhos brincavam,as focas cabriolam desajeitadamente. O lobo nada entre as ovelhas, os fulvos leóes e os tigres lutam nas águas. A força do javali de nada lhe serve, nem a ligeireza do cervo. As aves tombam, cansadas, na água, não tendo encontrado onde pousar. Os seres vivos que a água poupara caem como presas da fome.
De todas as montanhas, apenas o Parnaso ultrapassa as águas. Ali, Deucalião e sua esposa Pirra, da raça de Prometeu, encontram refúgio - ele é um homem justo, ela, uma devota fiel dos deuses. Vendo que não havia outro vivente além desse casal, e lembrando-se de sua vida inofensiva e de sua conduta piedosa, Júpiter ordenou aos ventos do norte que afastassem as nuvens e mostrassem o céu à terra e a terra ao céu.Também Netuno ordenou a Tritão que soasse sua concha determinando a retiradaas águas. As águas obedeceram; o mar voltou às suas costas e os rios, aos seus leitos. Deucalião assim se dirigiu, então, a Pirra: "Ó esposa, únicamulher sobrevivente, unida a mim  primeiramente pelos laços do parentesco e do casamento,e agora por um perigo comum, pudéssemos nós possuir o poder de nosso antepassado Prometeu e renovar a raça, como ele fez, pela primeira vez! Como não pudemos, porém, direijamo-nos àquele templo coberto de lama e aproximaram-se do altar, onde nenhum fogo crepitava. Prostraram-se na terra e rogaram à deusa que os esclararecesse sobre a maneira de se comportar naquela situação miserável. "Saí do templo com a cabeça coberta e as vestes desatadas e atirai para trás os ossos de vossa mãe" - respondeu o oráculo. Estas palavras foram ouvidas com assombro. Pirra foi a primeira a romper o silêncio. "Não podemos obedecer; não vamos nos atrever a profanar os restos de nossos pais.". Seguiram pela fraca sombra do bosque, refletindo sobre o oráculo. Afinal, Deucalião falou: " Se minha sagacidade não me ilude, poderemos obedecer à ordem sem cometermos qualquer impiedade. A terra é a mãe comum de nós todos; as pedras são seus ossos; poderemos lançá-las para trás de nós; e creio ser isto que o oráculo quis dizer. Pelo menos, não fará mal tentar." Os dois velaram o rosto, afrouzaram as vestes, apanharam as pedras e atiraram-nas para trás. As pedras (maravilha das maravilhas!) amoleceram e começaram a tomar forma. Pouco a pouco, foram assumindo ums grosseira semelhança com a forma humana, como um bloco ainda mal acabado nas mãos de um escultor. A umidade e o lodo que havia sobre elas transformaram-se em carne; a parte pétrea transformou-se em ossos e as veias ou veios da pedra continuaram veias, conservando seu nome e apenas mudando sua utilidade. As pedras lançadas pelas mãos do homem tornaram-se homens, as lançadas pelas mãos da mulher, tornaram-se mulheres. Era uma raça forte e bem disposta para o trabalho como até hoje somos, mostrando bem a nossa origem.



- Postado por: Celinha às 08h48
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Reinavam a  verdade e a justiça, embora não impostas pela lei, e não havia  juízes para ameaçar ou punir. As florestas ainda não tinham sido despojadas de suas árvores para fornecer madeira aos navios, nem os homens haviam construído fortificações em trono de suas cidade. espadas, lanças ou elmos eram objetos desconhecidos. A terra produzia tudo necessário para o homem, sem que este se desse ao trabalho de lavrar ou colher. Vicejava uma primeira perpétua, as flores cresciam sem sementes, as torrenes dos  rios eram de leite e de vinho, o mel dourado escorria dos carvalhos.
Segui-se a Idade de Prata, inferior á do Ouro, porém melhor do que a de Cobre. Júpiter reduziu a primeira e dividiu o ano em estações. Pela tornaram-se necessárias as casas. As primeiras moradas foram as cavernas, os abrigos das árvores frondosas e cabanas feitas de hastes. Tornou-se necessário plantar para colher. O agricultor teve de semear e  de arar a terra, com ajuda do boi.
Veio, em seguida, a Idade de Bronze, já mais agitada e sob a ameaça das armas, mas ainda não inteiramente má. A pior  foi a Idade do ferro. o crime irrompeu, como uma inundação; a modéstia, a verdade e a honra fugiram, deixando em seus lugares a fraude e a astúcia, a violência e a insaciável cobiça. Os marinheiros estenderam as velas aos ventos e as árvores foram derrubadas nas montanhas para servir de quilhas dos navioss e ultrajar a face do oceano. A terra, que até então fora cultivada em comum, começou a ser dividida entre os possuidores. Os homens  não se contentaram  com o que produzia a superfície; escavou-se então a terra e tirou-se do seu seio os minérios  e metais. Produziu-se o danoso ferro e o ainda mais danoso ouro. Surgiu a guerra, utilizando-se de um e de outro como armas; o hóspede  não se sentia em segurança na casa do amigo; os genros e sogros, os irmãos e irmãs, os maridos e mulheres não podiam confiar uns nos outros. os filhos desejavam a morte dos pais, a fim de lhes herdarem riqueza; o amor caiu prostado. A terra ficou úmida de sangue, e os deuses a abandonaram, um a um, até que ficou somente Astréia, que finalmente, acabou também partindo.
Vendo aquele estado de coisas, Júpiter indignou-se e convocou os deuses para um conselho. Todos obedeceram à convocação e tomaram o caminho do palácio do céu. esse caminho pode ser visto por qualquer um nas noites claras, atravessando o céu, e é chamado de Via Láctea. Ao longo dele ficam os palácios dos deuses ilustres; a plebecelestial vive à parte, de uma lado ou de outro.
Dirigindo- se à assembléia, Júpiter expôs as terríveis condições que reinavam na Terra e encerrou as suas palavras anunciando a intenção de destruir todos os seus habitantes e fazer surgir uma nova raça, diferente da primeira, que seria mais digna de viver e saberia melhor cultuar os deuses.

Continua...



- Postado por: Celinha às 21h28
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Pandora foi tomada por intensa curiosidade de sabero que continha aquelacaixa, e certo dia, destampou-a para olhar. Assim, escapou e se espalhou por toda a parte uma multidão de pragas que atingiram o de3sgraçado homem, tais como a gota, o reumatismo e a cólica, para o corpo e a inveja , o despeito e a vingança, para o espírito. Pandora apressou-se em colocar a tampa na caixa, mas infelizmente, escapara todo o conteúdo da mesma, com exceção de uma única coisa,  que ficara no fundo, e que era a esperança. Assim, sejam quais forem os males que nos ameacem, a esperança não nos deixa inteiramente; e, enquanto a tivermos, nenhum mal nos torna inteiramente desgraçados.
Uma outra versão é a de que Pandora foi mandada por Júpter com boa intenção, a fim de agradar ao homem. O rei dos deuses entregou-lhe, como um presente de casamento, uma caixa, em que cada deus colocara um bem. Pandora abriu a caixa, inadvertidamente, e todos os bens escaparam,  exceto a esperança. essa versão é, sem dúvida, mais aceitável do que a primeira. Realmente, como poderia a esperança, jóia tão preciosa quanto é, ter sido misturada a toda sorte de males, como a primeira versão?
Estando assim povoado o mundo, seus primeiros tempos contituíram um era de inocência e ventura, chamada  a Idade do Ouro.

Continua...



- Postado por: Celinha às 18h53
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Tornara-se necessário, porém, um animal mais nobre, e foi feito o Homem. Não se sabe se o criador o fez de materiais divinos, ou se na Terra, há tão pouco tempo separada do céu, ainda havia algumas sementes celestiais ocultas. Prometeu tomou um pouco dessa terra e, misturando-a com água, fez o homem à semelhança dos deuses. Deu-lhe o porte erecto, de maneira que, enquanto os outros animais têm o rosto voltado para baixo, olhando a terra, o homem levanta a cabeça para o céu e olha as estrelas.
Prometeu era um dos titãs, uma raça gigantesca, que habitou a Terra antes do homem. Ele e seu irmão Epimeteu foram incumbidos de fazer o homem e assegurar-lhe, e aos outros animais, todas as faculdades necessárias à sua preservação.Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu, de examiná-la , depois de pronta. Assim, Epimeteu tratou de atribuir a cada animal seus dons variados, de coragem, força, rapidez, sagacidade; asas a um, garras a outro, uma carapaça protegendo um terceiro etc. Quando, porém, chegou a vez do homem, que tinha de ser superior a todos os outros animais, Epimeteu gastara seus recursos com tanta prodigialidade que nada mais restava. Perplexo, recorreu a seu irmão Prometeu, que, com a ajuda de Minerva, subiu ai céu e acendeu sua tocha no carro do sol, trazendo o fogo para o homem. Com esse dom, o homem lhe assegurou sua superioridade sobre todos os outros animais. O fogo lhe forneceu o meio de construir as armas com que subjugou os animais e as ferramentas com que cultivou a terra; aquecer sua morada, de maneira a tornar-se relativamente independeente do clima, e finalmente, criar a arte da cunhagem das moedas, que ampliou e facilitou o comércio.
A mulher não fora ainda criada. A versão (bem absurda) é que júpiter a fez e enviou-a a prometeu e a seu irmão, para puni-los pela ousadia de furtar o fogo do céu, e ao homem, por t~e-lo aceito. A primeira mulher chamava-se Pandora. foi feita no céu, e cada um dos deuses contribiu com alguma coisa para aperfeiçoá-la. Vênus deu-lhe belza, mercúrio, a persuasão, Apolo, a música etc. Assim dotada, a mulher foi mandada à Terra e oferecida a epimeteu, que de boa vontade a aceitou, embora advertido pelo irmão para ter cuidado com Júpiter e seus presentes. Epimeteu tinha em sua casa uma caixa, na qual guardaca certos artigos malignos, de que não se utilizara, ao prepara o homem para sua nova morada.

Continua...



- Postado por: Celinha às 18h26
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Prometeu e Pandora

A criação do mundo é um problema que, muito naturalmente, desperta a curiosidade do homem, seu habitante. Os antigos pagãos, que não dispunham, sobre o assunto, das informações de que dispomos, procedentes das Escrituras, tinham sua própria versão sobre o acontecimento, que era a seguinte:

Antes de serem criados o mar, a terra e o céu, todas as coisas apresentavam um aspecto a que se dava o nome de Caos - uma informe e confusa massa, mero peso morto, no qual, contudo, jaziam latentes as sementes das coisas. A terra, o mar e o ar estavam todos misturados; assim, a terra não era sólida, o mar não era líquido e o ar não era transparente. Deus e a Natureza intervieram finalmente e puseram fim a essa discórdia, separando a terra do mar e o céu de ambos. Sendo a parte ígnea a mais leve, espalhou-se e formou o firmamento; o ar colocou-se em seguida, no que diz respeito ao peso e ao lugar. A terra, sendo a mais pesada, ficou para baixo, e a água ocupou o ponto inferior, fazendo-a flutuar.
Nesse ponto, um deus - não se sabe qual - tratou de empregar seus bons ofícios para arranjar e dispor as coisas na Terra. Determinou aos rios e lagos seus lugares, levantou montanhas, escavou vales, distribuiu os bosques, as fontes, os campos férteis e as áridas planícies, os peixes tomaram posse do mar, as aves, do ar e os quadrúpedes, da terra.

Continua...



- Postado por: Celinha às 18h04
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 E uma homenagem mais que especial para o meu BEBÊ.
Te amo pra semprão,infinitão,eternamentão,zão,zão,zão de grandão,de grande,grandérrimo

 Pessoal ai vai um novo post pra vcs e em especial para a VAN da cut que me pediu disisperadamente para escrever sobre a Pandora, mas só esclarecendo isso é só um resumo para vcs terem noção do novo post que estará aqui amanhã!!!!

Pandora

Prometeu criou o homem, dando-lhe forma e inteligência.
A única coisa que diferenciava o homem dos deuses era que eles não possuiam o fogo e por isso Zeus o escondeu.
Mas Prometeu quebra um pequeno galho seco de uma árvore, voa rapidamente até o céu e o acende no calor o Carro do Sol.
Agora que os homens conhecem o segredo do precioso elemento, pouco os difere dos deuses.
Os deuses estão em pânico.
Discutem como tornar os homens novamente submissos e humildes.
Zeus inventa a forma mais rápida de destruir o paraíso dos homens: a mulher.
Chama Hefestos, o habilidoso deus artesão, e pede-lhe que confeccione uma imagem feminina em bronze.
Ela devia assemelhar-se ao homem, mas em alguma coisa diferir dele, de tal forma que o encantasse e comovesse, atrasando-lhe o trabalho e transtornando-lhe a alma.
E cada deus oferece alguma coisa àquela criatura, que já nasce para colocar em desconserto a vida dos mortais.
Atena entrega à mulher um lindo vestido bordado, que lhe cobre as harmoniosas formas.
Depois coloca-lhe um véu sobre o rosto sereno e enfeita-lhe a delicada cabeça com uma guirlanda de flores coloridas.
Quando a virgem está inteiramente vestida, Afrodite oferece-lhe a beleza infinita e os encantos que seriam fatais aos indefesos homens.
Hermes presenteia-lhe com a língua.
Apolo confere-lhe suavíssima voz.
Enfim a bela Pandora está pronta para cumprir sua missão.
Mas antes de enviá-la em sua caminhada, Zeus entrega-lhe uma caixa coberta com uma tampa.
Nela estão contidas as misérias destinadas a assolar os mortais: reumatismo, gota, dores para enfraquecer o corpo humano.
Quando Pandora chega ao mundo, encontra Epimeteu, irmão de Prometeu.
Tão logo a vê, ele se encanta, e comovido recebe de suas finas mãos a precisosa caixa que ela lhe oferta.
É um presente de Zeus, declara Pandora.
E nem por um instante Epimeteu suspeita de que todo o sofrimento humano dali emergiria.
Ainda desorientado pelo deslumbramento que lhe causa a bela figura, esquece o juramento feito a seu irmão Prometeu de nunca aceitar um presente de Zeus.
Agradecido abre a tampa da caixa fatal.
Imediatamente, saltam de dentro dela todas as desgraças do mundo.
Entretanto no fundo do recipiente maldito permanesse um tesouro.
Um sentimento precioso, que poderia estragar toda a vingança dos deuses e destruir-lhes definitivamente qualquer praga: a esperança.
Zeus não quer que os homens esperem mais nada.
A um só gesto do deus, Pandora fecha a caixa, deixando a esperança calada no fundo, escondida para sempre.
E o homem perde seu paraíso.



- Postado por: Celinha às 10h24
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Desculpe pessoal por ter ficado tanto tempo sem postar, é que tava difícil mesmo, espero que tenham gostado da do último post.
Desejo do fundo do coração, um FELIZ 2005, com muita paz, amor, dinheiro e saúde que é o mais importante!!!!!
Agradecimentos especiais pra minha CUT, VAN, TANIA, eu Amo muito vcs!!!!!!!



- Postado por: Celinha às 22h00
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O fim de Medusa

Perseu procurou então as górgonas, e enfrentou Medusa enquanto as outras duas dormiam. Ajudado por Atena, que segurou para ele um escudo de bronze polido como um espelho, para que não olhasse diretamente para o monstro, conseguiu decapitar Medusa e guardar sua cabeça no alforje. Medusa estava grávida de Posídon, e de seu pescoço cortado emergiram Pégaso, o cavalo alado, e o gigantesco Crisaor, que brandia uma espada de ouro. As duas outras górgonas acordaram e perseguiram Perseu, mas com a ajuda da coifa de Hades e das sandálias aladas ele conseguiu escapar.

Passando pela Etiópia Perseu viu Andrômeda, a filha de Cefeu e Cassiopéia, amarrada à estaca e se apaixonou. O herói conseguiu derrotar o monstro de Posídon com a ajuda dos preciosos objetos que recebera, e o rei Cefeu deu-lhe Andrômeda como esposa. Quando ia embora, porém, Perseu teve de enfrentar Fineu, o noivo anterior da esposa, e também os amigos dele. Ansioso para chegar a Sérifos e diante de tantos adversários, retirou a cabeça da Medusa do alforje e simplesmente petrificou os inimigos.



- Postado por: Celinha às 19h56
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Cefeu e Cassiopéia

Cassiopéia, mulher de Cefeu, rei dos etíopes, vangloriou-se certa vez de ser ainda mais bela que as próprias nereidas.

Afrontadas pela pretensão da rainha, as nereidas pediram ao deus do mar, Posídon, que as vingasse, e o deus enviou então um terrível monstro marinho para assolar a Etiópia. Um oráculo avisou o rei que para salvar o país teria de sacrificar sua única filha, Andrômeda, ao monstro. Embora contrafeito, Cefeu cedeu à pressão de seu povo e ordenou que Andrômeda fosse amarrada a uma estaca fincada em um rochedo à beira-mar, à disposição do monstro.

Em Sérifos, enquanto isso...

certo dia, durante um banquete no palácio real de Sérifos, os convidados ofereceram ricos presentes ao rei Polidectes. O jovem Perseu, que vivia pobremente e já estava um pouco bêbado, ofereceu impetuosamente a cabeça de Medusa. O rei, que estava apaixonado por Dânae e queria se livrar do rapaz, aproveitou a oportunidade e aceitou o presente de imediato.

Tratava-se de um empreendimento aparentemente impossível, porém Perseu recebeu ajuda de Atena e Hermes, que o aconselharam a procurar as Gréias e extrair delas o segredo da derrota da górgona.

Perseu conseguiu chegar à morada das Gréias e apoderou-se de seu único olho quando uma delas o passava às outras. Para recuperá-lo, revelaram que era preciso procurar as ninfas, depositárias de três objetos essenciais: a coifa de Hades, presente dos ciclopes ao deus na época da titanomaquia e que tornava o portador invisível; sandálias com asas, que permitiam voar; e um alforje especial para guardar sem perigo a cabeça de Medusa. As ninfas entregaram-lhe os objetos sem problemas, e Hermes armou-o com uma foice apropriada, recurvada e forte.



- Postado por: Celinha às 14h11
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Ai, o pessoal que gostou do último post!!!! É pra vcs!!!!
Dânae e Zeus

muito tempo depois que Gréias e Górgonas  começaram a existir, Zeus gerou um filho que iria influenciar decisivamente a existência das filhas de Fórcis e também a de uma princesa da longínqua Etiópia.

Acrísio, neto da danaide Hipermnestra, reinava em Argos, na Argólida, e tinha somente uma filha, Dânae. Sem filhos homens a quem legar o trono, consultou o oráculo de Delfos e foi avisado pelo deus que sua filha lhe daria um neto que o mataria. Para fugir ao destino trancou a filha em uma câmara subterrânea de bronze (ou numa torre, conforme a versão) e manteve-a sob estrita vigilância.

Zeus, porém, havia se apaixonado pela moça e, acostumado a enganar a própria Hera, não teve qualquer dificuldade em ludibriar Acrísio. Transformou-se em uma chuva de ouro e, através de uma fenda, entrou no quarto de Dânae.

No tempo certo Dânae deu à luz um filho, a quem chamou de Perseu. Criou-o secretamente na própria câmara de bronze com a cumplicidade de sua velha ama, mas Acrísio acabou descobrindo a existência da criança. O rei não acreditou na paternidade divina, mandou executar a ama, colocou mãe e filho em uma arca de madeira e lançou-os ao mar.

Algum tempo depois a arca atingiu a ilha de Sérifos e naufragou. Mãe e filho foram acolhidos com bondade e protegidos pelo pescador Díctis, irmão do rei da ilha. Perseus cresceu e viveu tranqüilamente em Sérifos até o fim da adolescência, quando o rei, Polidectes, apaixonou-se por Dânae e começou a pensar em algum jeito de se livrar do rapaz.

E a oportunidade iria surgir, certo dia, por ocasião de um banquete...



- Postado por: Celinha às 08h41
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Em primeiro lugar quero desejar FELIZ ANIVERSÁRIO para a minha aula RENATA, pois ontem naum consegui postar.
RENATA FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Pode parecer um pouco estranho , mas como decidi que meu blog ira falar de assuntos diversos, hoje falaremos de Górgonas e as Gréias, que faziam parte da Mitologia.

Górgonas e gréias eram divindades muito antigas e que já existiam quando Zeus assumiu o controle do Universo. Havia três górgonas (Esteno, Euríale e Medusa) e três gréias (Ênio, Pêfredo e Dino), que habitavam o extremo Ocidente onde os gregos situavam, entre outras coisas, o Jardim das Hespérides.

Das três górgonas, Medusa era mortal, e as outras duas irmãs eram imortais. Às vezes, apenas Medusa é referida como "a górgona". O aspecto delas era assustador: presas de javali, cabelos constituídos de serpentes vivas, mãos de bronze e asas de ouro. O olhar, de tão penetrante, transformava suas vítimas em pedra.

Nem deuses nem mortais ousavam se aproximar de tais monstros; somente o deus Pósidon  teve a enorme coragem de ter uma aventura com Medusa. Em conseqüência disso, nasceram Pégaso, o cavalo alado, e Crísaor. Crisaor tem importância meramente genealógica; Pégaso, porém, participa ativamente da lenda de Belerofonte.

As três gréias (ou "velhas"), irmãs das Górgonas, eram também conhecidas por Fórcides devido ao pai, Fórcis. Já haviam nascido velhas, tinham apenas um olho e um dente, que dividiam entre si, e eram as únicas que conheciam os meios de derrotar as górgonas.

Górgonas e gréias viveram tranqüilas durante milhares e milhares de anos; mas, um belo dia, o jovem Perseu chegou à sua morada...



- Postado por: Celinha às 18h31
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